Central do Cerrado – Produtos Ecossociais

Galeria de Imagens da Central do Cerrado

20.07.19

Central do Cerrado – Nota de esclarecimentos.

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Em relação a matéria, “Alex Atala registra marcas da baunilha do Cerrado, alimento tradicional dos quilombolas”, publicada pelo site De Olho nos Ruralista, no dia 17 de julho de 2019, na qual a Cooperativa Central do Cerrado é citada, vimos a público esclarecer:
1. A Cooperativa Central do Cerrado, é uma organização de base comunitária, sediada em Brasília/DF, constituída e gerida por associações e cooperativas de agricultores familiares e comunidades tradicionais agroextrativistas de nove estados brasileiros dos biomas Cerrado e Caatinga;
2. Temos como missão promover e fortalecer os Modos de Vida Sustentáveis desenvolvidos pelo Povos e Comunidades Tradicionais e para tal, atuamos na estruturação de cadeias de valor, promoção e comercialização de produtos da sociobiodiversidade;
3. Somos parceiros do Instituto ATA desde 2015 por meio do Projeto Biomas do Brasil que colaborou com a revitalização do Mercado Municipal de Pinheiros em São Paulo e promove e comercializa os produtos dos biomas brasileiros. A Central do Cerrado faz a gestão do boxe de produtos do Cerrado e da Caatinga. Temos orgulho dessa parceria na qual sempre formos tratados com muito respeito pelo Instituto ATA;
4. Nossa relação com o Povo Kalunga é anterior ao Projeto Baunilha do Cerrado implementado pelo Instituto ATA. Sempre tivemos interesse de agregar os produtos Kalunga em nossa rede e identificamos neste projeto uma oportunidade para que isso se viabilizasse;
5. Nossa atuação no projeto aconteceu por meio de um contrato de prestação de serviços no valor de R$ 35 mil. Os valores foram destinados ao custeio de visitas de nossa equipe técnica dentro do Território Kalunga e honorários, que resultaram na realização de um diagnóstico sobre a situação da organização produtiva e comercial da comunidade do Vão de Almas e no desenvolvimento da estratégia de qualificação dos produtos gergelim, pimenta de macaco, mesocarpo de coco indaiá, farinha de mandioca e arroz de pilão, escolhidos por eles, para inserção nos mercados pela Central do Cerrado. O valor de R$ 8.700,00 reais, destinados a primeira compra de produtos vieram da Central do Cerrado, beneficiando diretamente doze famílias da comunidade do Vão de Almas;
6. Toda a parte de produção de conteúdo de comunicação do Projeto Baunilha do Cerrado foram desenvolvidos pelo Instituto ATA. No desenvolvimento da linha de produtos Kalunga, a Central do Cerrado foi responsável pelo planejamento da produção, desenvolvimento da rotulagem técnica, logística dos produtos, beneficiamento e comercialização dos produtos;
7. Em relação ao registro da marca “baunilha do cerrado” pelo Instituto ATA, tomamos conhecimento pela matéria do site De Olho nos Ruralistas. Acreditamos que o registro de marca seja importante salvaguarda, porém, para marcas genéricas que possam ter interesse de uso difuso por diversas comunidades/localidades, defendemos que o uso seja aberto para que todos possam utilizar;
8. Destacamos que o Instituto ATA se posicionou em várias situações, inclusive diante a comunidade Kalunga, que não tinha interesse na exploração comercial da baunilha e dos outros produtos e sim de apoiar o desenvolvimento das cadeia produtiva e promoção desses produtos para fortalecimento das comunidades e da identidade Kalunga;
9. Em relação ao acesso a recursos genéticos e conhecimento tradicional associado, não acompanhamos as expedições de pesquisas citadas na matéria. Defendemos que os diretos dos Povos e Comunidades sejam respeitados e que o acesso aos recursos genéticos e conhecimento tradicional sejam protocolados nos devidos órgãos.
Tendo em vista as relações construídas pela Central do Cerrado tanto com as comunidades Kalunga, assim como com o Instituto ATA, estamos empenhados para promover o diálogo em busca de soluções que fortaleçam o universo dos Povos e Comunidades Tradicionais, o protagonismo da comunidade e a garantia de seus direitos.

02.03.16

Central do Cerrado inaugura box de vendas junto com outros parceiros do Instituto ATÁ em São Paulo

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A cidade de São Paulo ganha em março um novo alento para os sabores brasileiros. Estão sendo abertos neste mês quatro novos boxes do Mercado Municipal de Pinheiros, focados em ingredientes de diferentes biomas do Brasil, que ficarão sob curadoria do Instituto ATÁ em parceria com o Instituto Socioambiental, o Instituto Auá, a Central do Cerrado e o grupo Quintana. O Mocotó Café, aberto em janeiro, também faz parte do projeto.

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As seis organizações formam um coletivo, que desenvolve diversos projetos com comunidades locais e tradicionais aliados à valorização dos ingredientes nativos. A ideia é facilitar o caminho para que os produtos estejam disponíveis no Mercado de forma qualificada, com preço justo e respeitando as peculiaridades de cada região.

Os cinco espaços temáticos dividem-se em Amazônia, Mata Atlântica, Pampas, Cerrado e Caatinga e trarão frutas, castanhas, polpas, óleos, farinhas, especiarias, temperos e o rico artesanato de todo o Brasil.

O box da Central do Cerrado comercializará os produtos do Cerrado e da Caatinga e conta com apoio financeiro do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais – PPP-ECOS (GEF/PNUD/ISPN) e da Fundação Banco do Brasil – FBB.

(Para saber mais…)

01.03.16

Inauguração do box da Central do Cerrado no Mercado Municipal de Pinheiros em São Paulo

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18.09.14

Central do Cerrado na Feira do Cerrado no Centro Cultural do Banco do Brasil de Brasília até dia 21 de setembro

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Feira do Cerrado, no Centro Cultural do Banco do Brasil, trará grande diversidade de produtos extrativistas de comunidades do Cerrado para Brasília
A feira apresentará para o público os produtos da sociobiodiversidade de espécies nativas do bioma e diversas possibilidades de o uso tradicional associado que contribuem para geração de renda, conservação do Cerrado, valorização dos meios de vida sustentáveis e da cultura local de diversas comunidades agroextrativistas.
São 4 tendas com artesanatos, cosméticos e produtos alimentares nativos de comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas e de agricultores agroextrativistas do Cerrado.
Na Feira será possível encontrar produtos como castanha de baru, conservas, farinha e óleo de pequi, geleias, licores, doces, farinha de jatobá, farinha e azeite de babaçu, produtos derivados do buriti, macaúba entre outros alimentos de espécies nativas de excelência gastronômica.
De artesanato o destaque será para os produtos de Capim Dourado feitos no Jalapão/TO, os bordados e cerâmicas do Vale Jequinhonha/MG, as cestarias de buriti e bordados do Vale do Urucuia/MG.
Na tenda gastronômica serão comercializados sanduiches naturais, salgados integrais, tapiocas, bolos, doces e sorvetes e sucos de frutos do Cerrado e diversos outros quitutes feitos a partir dos produtos do Cerrado.
Esta ação é uma realização da Rede Cerrado e da Central do Cerrado, com o apoio do Centro Cultural Banco do Brasil, Habitat Socioambiental, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), GEF – Cerrado e Banco Mundial
Serviço:
Data: De 11 a 21 de setembro de 2014

Horário de funcionamento: dias de semana de 12h-21h e finais de semana de 9h-21h; terça-feira não é aberto ao público
Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília-DF

06.08.13

Vídeo produzido pela União Planetária

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01.08.13

Central do Cerrado no Programa Globo Ecologia

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O programa Globo Ecologia mostrou, no dia 15/06/2013, um belo programa sobre os Frutos do Cerrado

No estúdio do Ação, da Rede Globo, Serginho Groisman entrevista Luís Roberto Carrazza, Coordenador da Central do Cerrado:

13.04.09

Central do Cerrado no Programa Ação da Rede Globo

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Ações produtivas desenvolvidas por organizações comunitárias a partir do uso sustentável da biodiversidade do Cerrado são os destaques do Programa Ação da Rede Globo.

No estúdio do Ação, da Rede Globo, Serginho Groisman entrevista Luís Roberto Carrazza, Coordenador da Central do Cerrado:

A Agricultura Familiar como fonte de renda:

A agricultura familiar orgânica é fonte de renda para os moradores da zona rural de Pirenópolis, em Goiás.

Em Goiás, mulheres usam o conhecimento a favor da beleza:

Em Buriti de Goiás um grupo de mulheres usa o conhecimento popular a favor da beleza. Elas produzem cosméticos com as plantas do cerrado.

Associação aproveita recursos naturais do Cerrado:

Uma Associação de Agricultores de Goiás faz uma experiência inédita de aproveitamento dos recursos naturais do cerrado. A Agrotec produz até remédios distribuídos pelo Ministério da Saúde.

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